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Boletim nº 34 – vol. II
Ano 8 – Quadrimestre 2
maio-agosto / 2010
Destaques desta edição:
Transtorno do Pânico (1/2) Vida Maravilhosa... PNL(1/2) Diabético e Família em Festa!

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Editorial - nº 34
Transtorno do Pânico (1/2)
Vida Maravilhosa...
PNL(1/2)
Diabético e Família em Festa!
Sexo aos Sexenta!
Seu Médico Sabe? (9)
Seu Médico Sabe? (10)
Perfumes! (1)
Perfumes (2)
Aventura Leve (1)
Vidaleve:Implementações
Idosos no Ritmo da Saúde
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Psicoterapia Cognitivo-Comportamental (1/2)*
A Terapia Cognitivo-Comportamental atua com base na inter-relação entre cognição, emoção e comportamento. De acordo com a visão da Psicologia Cognitivo-Comportamental diferentes eventos, geram diferentes formas de agir em diferentes pessoas, não em função do evento em si, mas pela interpretação (pensamento) que é feita do evento – gerando diferentes emoções e comportamentos. Em função disso, uma mudança em qualquer um desses componentes (pensamento, emoção ou comportamento) pode iniciar modificações nos demais.

O trabalho inicia-se logo na primeira sessão; através da queixa do paciente o terapeuta colhe dados importantes para o diagnóstico clínico. Começa também a compreender a maneira de ser dessa pessoa, sua forma de pensar/sentir/agir. Após esses primeiros aspectos o psicoterapeuta começa a levantar hipóteses sobre como o paciente desenvolveu o transtorno (fonte da queixa) que o motivou a buscar o tratamento.

Essas hipóteses irão guiar o processo, e em função disso, vão sendo reconstruídas a cada nova sessão, de acordo com o aparecimento de novos dados. Terapeuta e paciente colaborativamente modificam e refinam suas formulações confirmando algumas hipóteses e descartando outras.

É feita conjuntamente uma lista de problemas e metas do tratamento que auxilia a selecionar as intervenções mais adequadas a serem feitas e o momento adequado, além de facilitar a visualização da evolução do tratamento.

O paciente pouco a pouco vai familiarizando-se com o modelo cognitivo, permitindo que passe a ter maior autoconhecimento assim com a compreender-se melhor. Aprende a monitorar-se e a controlar seus pensamentos, emoções e comportamentos.

Os exercícios, experimentos e tarefas são outros pontos importante desse processo reeducativo e de autoconhecimento, trazendo maior segurança para o paciente, promovendo aprendizado e uma ponte sólida entre o setting terapêutico e o ambiente externo. É criada uma equação cognitiva específica do sujeito, a qual permite traçar um plano terapêutico, por usa vez quais serão os alvos das intervenções e por último quais serão as intervenções técnicas a serem feitas e em que momentos.

Leia Mais (no Vida Leve)    
TCC (2/2)    

* Thaís Petroff Garcia é formada em Psicologia, PUC-SP, e em Personal & Professional Coaching, Executive Coaching, Leader as a Coach e Master Coaching pela Sociedade Brasileira de Coaching – SBC, certificação reconhecida pelo Behavioral Coaching Institute – BCI e pelo ICC. Faz parte do grupo de membros da SBC Pós-Graduada em Psicologia da Infância com ênfase em Desenvolvimento Humano e Psicologia Hospitalar, Unifesp. Possui Formação em PNL, Instituto de Performance Humana Continuum. Cursou Aprimoramento em Psicossomática na abordagem Winnicottiana, Cogeae-PUC-SP - São Paulo/SP * (11) 3562-1722 / 8093-7134* thais@overviewsolutions.com * www.overviewsolutions.com

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